ACIDENTE NA ESTRADA DO FEIJÃO COM MORADOR DE GUARIBAS


Nesta quarta-feira da Semana Santa, a BA 052 já  registrava um grande movimento de veículos na estrada do feijão. E justamente na noite desta quarta (16/04) por volta das 19 horas aconteceu um acidente de pequenas proporções envolvendo um morador do distrito de Guaribas.
Hyundai conduzido por Rômulo Lessa da cidade de Andaraí
Ademir Ferreira de Brito, 35 anos, pilotava uma moto CG Titan de placa policial JLU 8408, Feira de Santana, foi atingido por traz por um Hyundai I. 30 placa NYS 6280 da cidade de Andaraí, conduzido por Rômulo Lessa, aparentado 50 anos, que  viajava com esposa e filhos.

Com o impacto da batida, Ademir Ferreira e a carona Romilda Dias, 39 anos, moradora da cidade de Anguera, foram arremessados e caíram na ribanceira com altura de aproximadamente 5 metros. O acidente aconteceu no km 27 próximo a entrada principal  da cidade de Anguera.
Segundo ocupantes do Hyundai a moto não tinha
lanterna traseira e estava na pista
Segundos os ocupantes do Hyundai I.30 Ademir conduzia a moto sem o a lanterna traseira  na pista que dificultou a visibilidade do condutor Rômulo Lessa, que  após o choque de imediato parou e deu socorro as vitimas


 Acionado o disque  Ambulância  de Anguera (conhecido na cidade como o SAMU municipal) os feridos foram conduzido para o Hospital Municipal Joselito  Vieira Neves sendo atendido pelo  médico plantonista,  Drº Leandro  Machado que realizou pequenas cirurgias, pelas Técnicas de Enfermagem Lívia Mendes e Lucinalva  e coordenação  da chefe de Enfermagem do Joselito Vieira Neves,  Lívia Bastos. Os feridos com ferimentos leves ficaram em observação.

TELEXFREE- EUA CONCLUI QUE É PIRÂMIDE


Um relatório da Secretaria de Estado de Massachusetts, EUA, divulgado nesta terça-feira (15) afirma que a Telexfree é uma pirâmide financeira que arrecadou cerca de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo. No documento, as autoridades pedem o fim das atividades da empresa, a devolução dos lucros e o ressarcimento das perdas causadas aos investidores, chamados de "divulgadores".

"Embora apresentado como uma mudança de paradigma em telecomunicações e publicidade, a Telexfree é meramente uma pirâmide velada e um esquema Ponzi que tem como alvo a trabalhadora comunidade brasileiro-americana", diz a denúncia assinada pelo secretário William Galvin  para ler a íntegra do documento, em inglês).

No documento de quase 50 páginas, as autoridades de Massachusetts, onde fica a sede da Telexfree, afirmam que a empresa montou um esquema ilegal de venda fraudulenta de títulos e pedem a abertura de uma ação judicial  para que sejam interrompidas as atividades da empresa e que os investidores sejam compensados por suas perdas.

Segundo o relatório da investigação, dos cerca de US$ 1,2 bilhão que o grupo faturou de janeiro de 2012 a fevereiro de 2013, apenas US$ 238 milhões vieram da venda de pacotesde  telefonia VoIP (por meio da internet).

O documento destaca que a empresa prometia retorno de 200% a 250% aos "divulgadores", que compram e revendem pacote de contas e "recrutam" novos revendedores."Usando várias contas de bancos e entidades relacionadas, a Telexfree já arrecadou mais de US$ 90 milhões em Massachusetts e cerca de US$ 1 bilhão no mundo", afirma a secretaria Massachusetts.

A denúncia acontece um dia após a empresa anunciar que ingressou um pedido de concordata no Tribunal de Falências do Distrito de Nevada. Com a ação, as autoridades de Massachusetts tentam proteger alguns ativos para eventual ressarcimento das vítimas - um esforço que poderá ser frustrado caso o pedido de recuperação judicial seja aceito pelo Tribunal de Nevada. A corte ainda não apreciou as solicitações. As audiências estão previstas para os próximos dias.

Os representantes da Telexfree no Brasil não foram localizados pelo G1 para comentar o assunto. Desde segunda-feira (15), a reportagem deixou recados no escritório do advogado da empresa, Horst Fuchs, e enviou e-mails para a Telexfree no Brasil e nos Estados Unidos, mas não obteve retorno.
Após a divulgação do resultado das investigações do governo de Massachusetts, o site internacional da empresa saiu do ar. Segundo um comunicado, a página está em manutenção.

A empresa sempre negou a prática de pirâmide ou qualquer irregularidade. Em comunicado divulgado na sua página internacional na segunda-feira (14), o presidente interino da Telexfree, Stuart A. MacMillan, defendeu a recuperação judicial da empresa. "Esperamos que o nosso negócio vai continuar a operar, e tudo faremos para apoiar os nossos associados de vendas e clientes com novos produtos e melhoria dos serviços, incluindo os serviços de VoIP que estão se expandindo para alcançar mais de 70 países", afirmou.


As atividades da empresa no país estão suspensas desde junho de 2013, por determinação da Justiça do Acre, por suspeita de prática de pirâmide financeira. Em fevereiro, a Telexfree teve negado pela segunda vez seu pedido de recuperação judicial no Brasil. Para a Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJ-ES), a empresa não poderia fazer o pedido por ter menos de dois anos de atividade.
Fonte: G1